Uma seleção especial de livros para baixar 

Quer receber informações sobre novos títulos disponíveis?

Cadastre-se e receba nossa newsletter

Parabéns! Sua assinatura foi concluida

capa antifa.jpg

Antifa, Manual antifascista

 

Autor:: Mark Bray
Ano de lançamento: 2017
Gênero: história

O historiador Mark Bray, um dos organizadores do Occupy Wall Street apresenta neste trabalho uma visão histórica e militante da luta antifascista desde a década de 1920 aos dias atuais. Um trabalho de fôlego, onde o conhecer do desenvolvimento das teorias fascistas (infelizmente, mais atuais do que nunca) se mesclam à necessidade de um combate sem tréguas à extrema direita. 

 

 

17 contradições e o fim do capitilsmo

 

Autor: David Harvey
Ano de lançamento: 2017
Gênero: política

 

O livro de David Harvey aborda criticamente a questão do capitalismo e suas intensas contradições. Caracterizado pelo próprio autor como o livro mais perigoso que já escreveu, a obra joga luz sobre as crises e como elas são essenciais para o capitalismo, para que as instabilidades apareçam e as fragilidades sejam revistas e para que sejam analisadas as drásticas mudanças decorrentes em todos os segmentos da sociedade, sejam instituições, ideologias dominantes, processos, tecnologia e política.

 

gente pobre.jpg

Gente pobre

 

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1846
Gênero: romance 

Gente Pobre foi publicado em 1846, quando o autor tinha 24 anos. A história passa-se num dos bairros miseráveis de São Petersburgo, onde um funcionário de meia-idade troca correspondência com uma jovem costureira. Demasiado pobres para se casarem, o romance entre os dois passa todo e apenas pelas cartas, refletindo individualidades tornadas insignificantes pela miséria.

 

 

noites brancas.jpg

Noites Brancas

 

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1848
Gênero: romance 

Noites Brancas foi escrito antes da prisão do autor. Como personagem central se tem o Sonhador, que em uma das noites brancas de São Petersburgo apaixona-se por Nástienka. Diferentemente de outras obras em que a preocupação social é a diretriz do enredo, desta vez encontramos um Dostoiévski romântico, quase lúdico. O personagem principal, sem nome, vaga errante pela "noite branca" de São Petersburgo.

 

 

dois sonhos.jpeg

Dois sonhos

 

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1859
Gênero: romance 

Duas histórias condensadas em um único livro. Em O sonho do titio, a trama se passa na cidadezinha imaginária de Mordássov, onde a chegada de um velho príncipe provoca o desmascaramento da hipócrita sociedade local.

O segundo conto, Sonhos de Petersburgo, combina prosa e poesia para construir uma visão crítica e cômica de São Petersburgo.

 

 

humilhados e ofendidos.jpg

Humilhados e ofendidos

 

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1861
Gênero: romance 

Escrito após dez anos de exílio na Sibéria, Humilhados e ofendidos foi inicialmente publicado como folhetim no número inicial da revista O Tempo. Na obra, o autor revisita e leva ao limite suas concepções de literatura e visão dos males da humanidade.
No centro da ação está o escritor Ivan Petróvitch, também o narrador do livro, e cuja vida guarda muitas semelhanças com a do próprio Dostoiévski

 

 

notas subsolo.jpg

Notas do subsolo 

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1864
Gênero: romance 

Escrito após dez anos de exílio na Sibéria, Humilhados e ofendidos foi inicialmente publicado como folhetim no número inicial da revista O Tempo. Na obra, o autor revisita e leva ao limite suas concepções de literatura e visão dos males da humanidade.
No centro da ação está o escritor Ivan Petróvitch, também o narrador do livro, e cuja vida guarda muitas semelhanças com a do próprio Dostoiévski

 

 

notas subsolo.jpg

Crime e castigo

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1866
Gênero: romance 

Crime e Castigo foi publicado na revista literária O Mensageiro Russo durante 12 edições mensais em 1866, antes de ser editado como livro.

Segundo romance de Dostoiéviski escrito após seu exílio na Sibéria, Crime e Castigo é considerado o primeiro grande romance de sua fase "madura". Religião, existencialismo, socialismo e niilismo são focos predominante na trama.

Raskólnikov é um ex-estudante de Direito extremamente pobre e angustiado pela ambição de fazer algo importante. Em seus devaneios e questionamentos morais e éticos, planeja a morte de uma agiota.

Diversas histórias se desenvolvem de maneira paralela à principal, entre elas um romance da irmã do personagem e as relações do protagonista com Sônia, filha de um funcionário público a quem ele doou dinheiro.

 

 

o jogador.jpg

O jogador

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1867
Gênero: romance 

Existem relatos de que Dostoievsky foi um viciado na roleta, e sempre perdeu muito mais do que ganhou.
Narrado em primeira pessoa, O jogador parte do ponto de vista de Alexei Ivanovich, um preceptor, contratado por um decadente general russo. O cenário é Roletemburgo, curioso nome de um fictício balneário que representa a síntese da jogatina. Um paraíso para os poucos quem têm "sorte", e o calvário para os demais.

 

 

o idiota.jpg

O idiota

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1869
Gênero: romance 

Escrito em meio a crises de epilepsia, perturbações nervosas, viagens — e sob a pressão de severas dívidas de jogo — Dostoiévski constrói um dos personagens mais impressionantes da literatura mundial — o humanista, epilético e quixotesco príncipe Míchkin, cuja compaixão se choca com o desregramento mundano de Rogójin e a beleza enlouquecedora de Nastácia Filíppovna.

 

 

o eterno marido.jpg

O eterno marido

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1870
Gênero: romance 

Pequena obra-prima de Dostoiévski, narra o reencontro do marido, Pável Pávlovitch, com Vieltchâninov, ex-amante de sua falecida mulher. Nesse reencontro, ambos relembram do passado e vivem momentos de extrema emoção e ódio. Narrativa densa com vislumbres de ironia, marcas constantes na obra de Dostoiévski.

 

 

irmaos karamazov.jpg

Os irmãos Karamázov

Autor:: Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
Ano de lançamento: 1880
Gênero: romance 

Último romance de Dostoiévski, resume toda a genialidade do escritor, trazendo à luz as questões morais e existenciais que o afligiram durante toda a vida. O texto centra em três protagonistas, os tais irmãos, que, podem ser entendidos como a síntese da sociedade russa da época: o libertino Dmítri, o niilista Ivan e o amável Aliocha. Do conflito entre essas três personalidades, Dostoiévski dilacera a alma humana, suas contradições, mazelas e virtudes.

A narrativa conversa com o leitor em várias passagens, e indica ou infere os pensamentos dos numerosos personagens, agregando ainda mais originalidade à narrativa, assim como fazia Machado de Assis em várias de suas obras.

 

 

cap_Livro-o-Ultimo-Reino-Cronicas.jpg

O último reino

 

Autor:: Bernard Cornwell
Ano de lançamento: 2004
Gênero: romance histórico

Primeiro romance da série que conta a história de Alfredo, o Grande, e da unificação da Gran Bretanha. Cornwell reconstrói a saga do monarca que livrou o território britânico da fúria dos vikings. Pelos olhos do órfão Uthred, que aos 9 anos se tornou escravo dos guerreiros no norte, surge uma história de lealdades divididas, amor relutante e heroísmo desesperado. 

A épica história está retratada na série homônima disponível na Netflix 

 

 

capa_Tempo-de-Reportagem.jpg
capa-Livro-Riacho-Doce.jpg
capa O-Ultimo-Homem-Mary-Shelley.jpg
blecaute.jpg

Tempo de reportagem

 

Autor:: Audálio Dantas
Lançamento: 2012
Gênero: reportagem

O livro apresenta 13 histórias que marcaram o jornalismo brasileiro, feitas por Audálio Dantas, do final da década de 1950 até meados dos anos de 1970, em revistas como O Cruzeiro e Realidade, além de um texto especial para a revista Playboy, em 1993. Em textos inéditos, o autor faz uma reflexão sobre os bastidores da apuração dos fatos e sobre os desafios de transformar vida em texto jornalístico.

Audálio foi um dos mais importantes jornalistas brasileiros, presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e deputado estadual pelo então MDB. Entre as histórias contadas está a de como ele descobriu Carolina de Jesus em uma favela em São Paulo. Carolina foi a primeira favelada a ter sucesso na literatura, com sua obra "Quarto de despejo". 

 

 

Riacho Doce

 

Autor:: José Lins do Rêgo
Edição original: 1939
Gênero: romance

Clássico da literatura nacional, o livro conta a história de amor entre uma sueca e um nativo de uma fictícia cidade litorânea de Alagoas. O improvável romance é alvo de recriminações por parte da comunidade estrangeira e dos moradores do vilarejo, e acaba transformando a vida de todos. Mais do que uma difícil história de amor, José Lins do Rêgo ilustra o impasse político e econômico da época. A bela sueca representa o investimento estrangeiro no petróleo brasileiro e o nativo, o interesse nacional. Oitava obra do escritor nascido na Paraíba, Riacho doce é um dos grandes clássicos da literatura brasileira. 

A atual edição foi lançada em 2010 em homenagem ao centenário do autor.

 

 

O último homem

 

Autor:a Mary Shelley
Ano de lançamento: 1826
Gênero: romance

Mary Shelley é mundialmente conhecida pelo seu livro Frankenstein, o moderno Prometeu, escrito quando tinha 18 anos, mas O último homem, escrito oito anos depois, também é uma obra imperdível.

Ambientado no final do século 21, a humanidade praticamente desapareceu após uma misteriosa epidemia, restou Lionel Verney, o último homem sobre a Terra, testemunha do ocaso da raça humana.

 

A partir de uma praga, o planeta se vê envolvido em uma guerra de proporções mundiais entre as nações. As cidades desertas se transformam em selvas por onde emergem seitas messiânicas que incitam a violência entre os membros da população. Apenas Varney consegue sobreviver à enfermidade que se manifesta em forma de forte febre.

 

Se tal descrição te faz lembrar as duas guerras mundiais, as epidemias e o atual cenário mundial castigado pela pandemia de covid19, você está no caminho certo.

  

O livro foi escrito sob o impacto da morte do marido de Mary Shelley, o poeta Percy Shelley, em uma acidente de barco. A autora, que já enfrentara a morte de três de seus quatro filhos viu seu mundo desabar.

Não encare o livro apenas como uma obra de ficção científica, mas, assim como em Frankenstein, mais uma profunda reflexão sobre os limites da natureza humana.

 

 

Blecaute

 

Autor: Marcelo Rubens Paiva
Ano de lançamento: 1986
Gênero: romance

No embalo do extraordinário sucesso de Feliz ano velho (1982), Marcelo Rubens Paiva lançou, quatro anos depois, Blecaute (1986, primeira edição pela Brasiliense), romance ficcional no qual parecia querer fugir do estigma de ser autor de um livro autobiográfico - e só. Blecaute ainda carrega ainda forte dose de adolescência, despretensioso do ponto de vista literário, mas é gostoso de ser lido.   Na história, Rindu, o narrador, e dois amigos, resolvem fazer uma expedição às cavernas do Vale do Ribeira. Para o infortúnio do pequeno grupo, ou não, os jovens ficam presos nas cavernas por três dias, por conta de uma tempestade. Quando conseguem sair, todas as pessoas do planeta haviam se transformado em estátuas. Encontram uma São Paulo absolutamente deserta, são os únicos sobreviventes de um fenômeno inexplicável. As descobertas, os medos, conflitos e luta pela sobrevivência vão se tornar o cotidiano dos personagens.
Inspirado, segundo o próprio autor, no seriado de televisão estadunidense Twilight Zone (Além da imaginação, na versão brasileira), Blecaute serve como inspirativa reflexão para esses dias de isolamento e desertas cidades.

 

 

amn.jpg

Admirável Mundo Novo

 

Autor: Aldous Huxley
Ano de lançamento: 1932
Gênero: romance

 

Escrito por Aldous Huxley (1894-1963) em 1931 e publicado no ano seguinte, Admirável Mundo Novo é a consagração do pesadelo tecnológico a serviço de um Estado totalitário. A obra de Huxley se apropria de seu tempo, dos avanços científicos que a humanidade experimentava, ou almejava (como a clonagem humana, tema de recorrente na ficção da época, e teorias comportamentais como as desenvolvidas por John B. Watson), da derrocada da economia do planeta, ocasionada pela crise mundial de 1929 e o avanço do fascismo e do nazismo.

Leia mais em http://editoralimiar.blogspot.com/2020/03/admiravel-mundo-novo.html

 

 

capa-.jpg

Não verás país nenhum

 

Autor: Ignácio de Loyola Brandão
Ano de lançamento: 1981
Gênero: romance

 

Escrito em 1981, ainda sob o regime militar brasileiro, esta obra surpreendente conta acompanha a vida de Souza, ex-professor de História, que sobrevive como funcionário público, em um futuro distópico, em uma São Paulo dominada por lixo, gangues, burocratas e militares e milícias, os "civiltares".

Além da ditadura política que não terminou neste futuro incerto, o país convive com a degradação ambiental, a Amazônia virou um deserto, racionamento de água, calor insuportável, alimentos artificiais e manufaturados, ausência quase total de vida animal e vegetal, nascimento de crianças deformadas e mutantes.

Para tentar "contornar" problemas, como o do calor intenso, o governo constrói uma enorme marquise (que dá para ser vista da Lua) para abrigar do Sol as milhões de pessoas presas nesse pesadelo.

NÃO VERÁS PAÍS NENHUM é uma obra-prima de como o futuro poderia ser caótico. Quarenta anos após sua publicação, com nossas florestas queimando, nosso território e riquezas sendo entregues diariamente, um governo autoritário apoiado por milícias paramilitares, vemos que Loyola Brandão não narrou um pesadelo ficcional, mas uma quase premonição.   

 

mulheres raça.jpg

Mulheres, raça e classe

 

Autora: Angela Davis
Ano de lançamento: 2016
Gênero: feminismo

 

Mais importante obra de Angela Davis, "Mulheres, raça e classe" traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se.  

 

17 contradições.jpg
tempo cão.jpg

O tempo e o cão

 

Autora: Maria Rita Khel
Ano de lançamento: 2009
Gênero: sociedade / psicanálise

 

Escrito a partir de experiências e reflexões sobre o contato com pacientes depressivos, o livro aborda um tema que, apesar de muito comentado, é pouco compreendido. Para abordá-lo, Maria Rita faz um apanhado do lugar simbólico ocupado desde a Antiguidade clássica até meados do século XX, quando Freud trouxe esse significante do campo das representações estéticas para o da clínica psicanalítica. O livro toca também na relação subjetiva dos depressivos com o tempo, chamado pela autora de temporalidade. Para a construção deste pensamento, são utilizados conceitos dos filósofos Henry Bergson e Walter Benjamin, ambos dedicados à reflexão sobre essa questão.

educação capital.jpg

A educação para além do capital

Autor: István Mészáros
Ano de lançamento: 2005
Gênero: política /educação

A obra do filósofo húngaro István Mészáros reflete sobre a necessidade de se construir uma educação como instrumento de emancipação humana e não torná-la promotora e perpetuadora do sistema capitalista.

"A educação para além do capital" traz uma reflexão crítica sobre os limites e equívocos das visões liberais da educação. Segundo o autor, os processos educacionais e os processos sociais mais abrangentes da reprodução estão intimamente ligados.

origem familia.jpg

A origem da família, da propriedade privada e do Estado

Autor: Friedrich Engels
Ano de lançamento: 1884
Gênero: filosofia política

O livro de Friedrich Engels, companheiro de Karl Marx no movimento comunista alemão, apresenta uma análise crítica dos modos de organização da vida social. Levando em consideração as relações entre os sexos para além da biologia, Engels trata da opressão de gênero e do papel do casamento e da autoridade masculina na constituição da sociedade moderna, apontando, assim, para temas que hoje seriam chamados de antropológicos.

“A origem da família” é uma obra-prima da concepção materialista da história, abordando como a produção e reprodução da vida nos meios de existência do homem são fatores decisivos da história.